segunda-feira, 23 de abril de 2018

INICIAÇÃO À ROBÓTICA NA TAMANDARÉ

Objetivos:

- apresentar o kit de robótica aos 5º anos para início de um trabalho de robótica e explicação das funções de cada peça;
- incentivar o trabalho em equipe, o protagonismo infanto-juvenil;
- explorar e experimentar diferentes tecnologias;
- conhecer e apropriar-se das tecnologias para refletir e buscar soluções para desafios, com liberdade de escolha;
- propiciar um ambiente colaborativo, criativo, investigador para o desenvolvimento da autonomia, pensamento analítico;
- apropriar-se da tecnologia na prática e do aprender fazendo, próprios da cultura maker;

Público-alvo: alunos do 5º ano - Ciclo Interdisciplinar

Aprender fazendo, brincando







































Presença da POIE Rose, da EMEF Antônio Sampaio Domingues para estágio na nossa escola. Foram dois dias em que os alunos puderam mostrar um pouco das criações com o kit de robótica quanto da linguagem de programação.



Alegria em ver o resultado de um trabalho em equipe




Criar uma ferramenta para apanhar objetos, colher frutas e poder testá-la em um pé de goiaba da própria escola - associar tecnologia à natureza





Aliar a robótica à criação de objetos que fazem parte de outros projetos realizados como o Imprensa Jovem


Criatividade, autonomia para exploração


Criação de objetos com poucas peças porque a escola ganhou um kit de robótica






 

Trabalho em equipe para produções colaborativas e socializá-las com outros alunos e em outros ambientes





Clique para ver o álbum de fotos da Robótica: https://www.flickr.com/photos/emeftamandare_sp/albums/72157694051195081

Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 19 de abril de 2018

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Acolhimento e diálogo marcam o retorno das aulas na EMEF Almirante Tamandaré

Escola dá boas-vindas aos alunos com muita música, dança e reflexão sobre 2018
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio
O ano começou animado para alunos e professores da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré (Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé), na Vila Maria Alta. A programação de acolhida foi repleta de atividades práticas e reflexivas, colocando professores e alunos no ritmo que as férias costumam tirar.

Os alunos do sexto ao nono ano tiveram um momento de reencontro com os amigos para contar as novidades e para interagirem com novos colegas, vindos de outras unidades escolares.

“Esse momento de socialização e de acolhimento faz parte dos valores da escola, que visam o respeito, as relações interpessoais e o bem estar de todos. O acolhimento é uma prática educativa importante para que os alunos sintam-se bem recepcionados e estimulados para os novos desafios que virão”, disse a assistente de direção Marília Infante de Lucena.

Em seguida, os alunos participaram de atividades corporais e de muita dança na quadra, espantando o sono e a preguiça do fim das férias. Para finalizar, já em sala de aula, os alunos refletiram sobre o texto “As quatro estações” (autor desconhecido). Através de uma dinâmica de coletividade, eles puderam expor suas ideias sobre projetos e sobre o ambiente escolar. “Eu achei bem legal ter um tempo para conversar com meus amigos e as aulas também foram bem divertidas”, disse Victor Fernandes Matias da Silva, aluno do oitavo ano.

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E como cada fase pede uma recepção diferente, a diretora Vanessa Mesquita recepcionou os pais dos alunos do primeiro ano, dando informações sobre a escola e a rotina dos primeiros dias, apresentando a proposta de ensino e de como podem ajudar nas atividades dos filhos. Já as crianças acompanharam a professora para conhecer os espaços e os professores da escola e desenvolveram brincadeiras e rodas de conversa.

Assim como ocorreu no período da manhã, os alunos do segundo ao quinto também desfrutaram de um momento de socialização e, em seguida, cada professora realizou atividades com dinâmicas envolvendo jogos, arte e leitura.

”Foi um dia pensado exclusivamente para eles, com atividades diferenciadas, aproveitando o momento de descontração e também desenvolvendo atividades para ouvi-los sobre o que pensam da escola e como gostariam que ela fosse e também a respeito dos compromissos que poderão assumir durante o ano”, explicou o coordenador pedagógico Marcos Canadas. 

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Acolhimento-e-dialogo-marcam-o-retorno-das-aulas-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: POIEs: Ludmilla Mignaco
                                   Maria Madalena Sercundes
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Um basta à intolerância

Dia da Família na EMEF Tamandaré apresenta mostra cultural sobre Direitos Humanos
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio
Para fechar o ano com chave de ouro, a EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT) realizou no dia 2 de dezembro a Mostra Cultural com a temática intolerância. Dividido em vários eixos como racial, sexual, religiosa, cultural, social, necessidades especiais etc, o assunto foi trabalhado e apresentado pelos alunos do primeiro ao oitavo ano através de exposições, danças, teatros, saraus e apresentações musicais.

"Nossa Mostra Cultural teve como enfoque buscar reflexões sobre a intolerância que permeia as relações cotidianas. Vivemos hoje em um mundo cheio de diversidade e, infelizmente estas, muitas vezes, não são respeitadas. Com o objetivo de trabalhar essas questões, durante o ano letivo foi desenvolvido atividades e ações para uma real reflexão acerca da intolerância que vivenciamos no dia a dia, culminando em nossa Mostra Cultural, que trouxe várias atividades recheadas de diversão e conhecimento para as famílias", explicou Kelly Andressa Pereira Nieuwenhoff, assistente de direção.

Sob orientação da professora da sala de leitura, Carolina Cortinove, os 5ºs e 6ºs anos apresentaram a exposição Donas da Rua da História, projeto inspirado no Projeto Donas da Rua de Maurício de Sousa, que apresenta mulheres importantes da história. Também foi apresentado pela professora trabalhos de slam e, em parceria com as professoras dos quintos anos, uma mostra de trabalhos sobre bullying. A professora Valéria Silva, também da sala de leitura, apresentou os cordéis dos alunos dos 3ºs e 4ºs anos com a participação das professoras do 4º ano e do Projeto Música e Movimento da professora Carolina Cortinove. 

Na área esportiva, sob orientação das professoras Regina Ferreira do Nascimento e Ana Cláudia Costa do Nascimento, os alunos apresentaram a intolerância no esporte, mostrando também o outro lado do esporte com atitudes positivas. Já os alunos dos 6ºs aos 8ºs anos lotaram a quadra com muita dança e valorização da cultura afro-brasileira com a professora Raquel da Costa Vieira.

Com apoio da melodia suave da cantora Ana Vilela, os alunos dos 1ºs anos cantaram "Trem Bala", resgatando os valores familiares, o amor e o respeito ao próximo. Em seguida, os alunos do Projeto de Percussão agitaram o público trabalhando os preconceitos raciais, ao imigrante e contra a mulher.

Os 3ºs anos trabalharam com o eixo racial e com vivências individuais e coletivas dos alunos e professores ao longo do bimestre. Sob orientação das professoras Tânia Cavalcanti e Ludmilla Mignaco, os alunos dançaram a música Pérola Negra, interpretada pela cantora Daniela Mercury. "Trabalhamos durante todo o ano as diferenças como as raciais e as físicas e apresentamos como produto final um trabalho que enaltece a cultura afro-brasileira, valorizando também a pintura corporal", disse a professora Tânia. 

Foi apresentada ainda a peça Flicts, que conta a história de uma cor diferente que não consegue se encaixar nem mesmo no arco-íris. Baseada no livro do cartunista Ziraldo, a apresentação do Projeto Academia Estudantil de Letras (AEL), com orientação das professoras Valéria Silva e Vanice Morell, contou ainda com a dança “Somos todos coloridos”. Outras disciplinas como Geografia, História e Matemática desenvolveram, juntas, os assuntos misoginia, preconceito social, religioso e ao imigrante sul-americano. 

A Imprensa Jovem Rádio Calafrio esteve presente com um cenário de combate à homofobia e tocando vários gêneros musicais, mas especialmente músicas da Era Disco dos anos 1970. “Compreender que a educação é um dos direitos humanos permite também nos conscientizarmos que ela é condição para a garantia dos demais direitos. Vivemos em uma sociedade multicultural, propícia, portanto, a conflitos, só que a questão não é como evitar esses conflitos, mas sim como não permitir que se transformem em violência. Por isso, é necessária uma prática pedagógica voltada para a Educação para os Direitos Humanos”, comentou a professora Ludmilla Mignaco, responsável pelo Projeto de Rádio.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Um-basta-a-intolerancia

Contribuição: POIEs: Ludmilla Mignaco
                                   Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

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Alunos do Projeto de Violão da EMEF Tamandaré fazem pocket show em Mostra Cultural

Iniciativa proporciona, aos alunos, acesso à cultura e à linguagem musical
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Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

No dia 2 de dezembro, a equipe da Rádio Calafrio recebeu em seu estúdio os alunos do Projeto de Violão. Os meninos esbanjaram simpatia cantando canções da Legião Urbana e a música Saint Seiya dos Cavaleiros do Zodíaco, e encantaram o público presente na Mostra Cultural da EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT).

Sob orientação do professor Gregory Pina, os alunos Guilherme Henrique Pratis dos Santos e Luiz Vitor Viana da Silva, ambos do sétimo ano, mostraram na prática (e ao vivo) um pouco da proposta pedagógica do Projeto de Violão. Participou ainda o locutor da Rádio Calafrio, o aluno Victor Fernandes Matias da Silva, também do sétimo ano.

“O projeto pretende proporcionar aos alunos acesso à cultura e à linguagem musical. Os objetivos são a leitura de cifras e tablaturas, exercícios de coordenação motora, sensibilização através da arte, sociabilização, a promoção de momentos de lazer e a criação de espaços de divulgação dos talentos dentro do âmbito escolar”, explicou o professor Gregory Pina.

A Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, torna a música conteúdo obrigatório nas aulas de Arte, mas projetos que envolvem música também já são uma realidade dentro das escolas municipais. Além de permitir a socialização das crianças e adolescentes, a música amplia os conhecimentos sobre manifestações culturais e propicia o desenvolvimento de outras linguagens como a corporal, vocal e instrumental. A música também possibilita a integração dos alunos no ambiente escolar e estimula a criatividade. 

Além do Projeto de Violão, há outros projetos na EMEF Almirante Tamandaré que trabalham com música como o Projeto de Percussão sob orientação da professora Daniella Martinez e o Projeto Música e Movimento da professora Carolina Cortinove.



Disponível: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Alunos-do-Projeto-de-Violao-da-EMEF-Tamandare-fazem-pocket-show-em-Mostra-Cultural

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

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Alunos da EMEF Tamandaré se destacam em campeonatos de xadrez e de handebol

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré
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Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré

As equipes do projeto esportivo de handebol da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), participaram da Olímpiada Escolar, organizado pela Federação do Desporto Escolar do Estado de São Paulo (Fedesp). 

Sob orientação da professora de Educação Física, Regina Ferreira do Nascimento, os alunos disputaram os jogos no Clube Thomaz Mazzoni e no CEU Jaçanã, ambos na zona norte de São Paulo. “Nossas equipes não se classificaram para a fase seguinte, mas tiveram um ótimo desempenho. Fiquei muito satisfeita!”, comentou a professora Regina F. do Nascimento. Os alunos participaram nas categorias mirim masculino e pré-mirim masculino e feminino.

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Já a equipe de xadrez, também sob orientação da professora Regina, teve um resultado mais expressivo nos jogos municipais realizados no CEU Jaçanã entre os dias 13 e 24 de novembro, nas categorias sub 6, sub 8 e sub10. Os alunos Anderson Alexandre Rios Mamani, do terceiro ano, e Jéssica Dafne Merlo Herrera, do quarto ano, se classificaram para a 23ª edição da Final Municipal de Xadrez, nos dias 21 e 22 de novembro, no Sport Clube Corinthians Paulista, zona leste da capital.

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“Eu gostei muito de participar do campeonato, aprendi muitas coisas legais como não fazer lances irregulares e a respeitar os meus adversários. Com o projeto de xadrez também fiquei mais atento nas aulas”, comentou Anderson Alexandre Rios Mamani. 

Na categoria sub 6, duas alunas obtiveram classificações expressivas na 1ª fase. Nathália Cristhina Oliveira Lima, do primeiro ano, foi vice-campeã e Sofia Paulino da Silva, também do primeiro ano, ficou em quinto lugar. “Foi muito gratificante ver o empenho dos alunos, a responsabilidade, o respeito pelo adversário, fiquei muito orgulhosa de todos!”, disse a professora de Educação Física Ana Cláudia Costa do Nascimento, que acompanhou os alunos no evento.

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Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes
                       Regina Ferreira do Nascimento

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

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EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

Incentivo à leitura e produção de poesias
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por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), abriu suas portas para receber o grupo Vozes Poéticas (Vopo) no dia 24 de novembro. Formado por alunos poetas da EMEF General Paulo Carneiro Thomaz Alves, sob orientação do professor de História, Felipe Yanes, o grupo é formado por alunos do quinto ao nono ano.

O convite partiu da professora da Sala de Leitura, Carolina Cortinove. “Foi um encontro de estudantes poetas com textos autorais de slam, textos de outros autores(as) de literatura marginal periférica como Mel Duarte, Sérgio Vaz, Mariana Félix e de vários outros autores como Vinícius de Moraes e Galeano”, explicou a professora.

Além do sarau, houve ainda apresentações artísticas de rap, funk, canto e declamação, utilizando violino e berimbau trazidos pelo Vopo. Os alunos dos sextos e sétimos anos da EMEF Almirante Tamandaré também participaram cantando funks e raps autorais. 

O sarau é uma forma de incentivar a ler e produzir poesias, já que é muito mais comum exigir dos alunos o texto em prosa em sala de aula do que em forma de poema. O sarau proporciona também momentos de escuta, prática da oralidade, valorização da produção textual dos alunos e difusão da cultura periférica. Além disso, desenvolve um olhar mais crítico e mais politizado dos alunos.

No dia 19 de novembro, os alunos do Tamandaré também participaram da terceira edição do slam interescolar, com 40 escolas inscritas, organizado pelo coletivo Slam da Guilhermina. Já no dia 21 de novembro, os alunos levaram suas poesias slam para o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Santana Tucuruvi.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEFs-Paulo-Carneiro-e-Tamandare-juntas-em-sarau

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Concurso de Cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré


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Concurso de cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré

Iniciativa incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade
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por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, a “II Edição do Sarau Pequenos Cordelistas”. A apresentação cultural, de autoria dos alunos dos terceiros e quartos anos, contou ainda com uma premiação para os melhores cordéis. 

Promovido pela professora Valéria Silva, da Sala de Leitura, com apoio das professoras dos terceiros e quartos anos, o sarau incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade. Para a coordenadora pedagógica, Michele Badolado, “ações como esta cumprem o papel social da escola, promovendo o exercício da cidadania, da autoria e protagonismo dos estudantes, além de trabalhar a identificação e valorização da cultura do povo brasileiro”.

Ao explorar a Literatura de Cordel em sala de aula o aluno tem contato com outras experiências culturais, com toda a riqueza expressiva desse gênero e compreende melhor as várias linguagens: oral, escrita, musical e visual. Além disso, o cordel permite trabalhar com uma infinidade de assuntos como a intolerância, por exemplo, tema que toda comunidade escolar vem desenvolvendo ao longo do ano.

“Meu maior desejo nesta atividade é que eles tivessem a vivência de ser escritor/autor, provar o gostinho da criação, a responsabilidade da escrita social e compartilhada, a preocupação com as outras pessoas que fossem ler, além de todo processo de escrita propriamente dito”, explicou a professora Valéria Silva.

O evento contou ainda com a apresentação da música Asa Branca, de Luiz Gonzaga, do Projeto de Percussão, com a professora Daniella Martinez, e dos alunos dos segundos anos, com apresentações teatrais orientadas pela professora Valéria Silva e com um júri formado pelas professoras Nádia Chalegh de Inglês, Vanice Terezinha Morell, de Arte e Priscila Gonçalves Cardoso, do primeiro ano. "Foi um grande privilégio participar do júri. Os alunos compreenderam a proposta e nos emocionaram com as sextilhas, onde colocaram graça ao falar do sertão e sobre a intolerância", comentou a professora Priscila G. Cardoso. 


Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Concurso-de-cordel-incentiva-o-protagonismo-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes