segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Publicado em: 

Alunos do Projeto de Violão da EMEF Tamandaré fazem pocket show em Mostra Cultural

Iniciativa proporciona, aos alunos, acesso à cultura e à linguagem musical
EMEF_tamandare_pocket_show_740_x_430.jpg

Por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

No dia 2 de dezembro, a equipe da Rádio Calafrio recebeu em seu estúdio os alunos do Projeto de Violão. Os meninos esbanjaram simpatia cantando canções da Legião Urbana e a música Saint Seiya dos Cavaleiros do Zodíaco, e encantaram o público presente na Mostra Cultural da EMEF Almirante Tamandaré (DRE JT).

Sob orientação do professor Gregory Pina, os alunos Guilherme Henrique Pratis dos Santos e Luiz Vitor Viana da Silva, ambos do sétimo ano, mostraram na prática (e ao vivo) um pouco da proposta pedagógica do Projeto de Violão. Participou ainda o locutor da Rádio Calafrio, o aluno Victor Fernandes Matias da Silva, também do sétimo ano.

“O projeto pretende proporcionar aos alunos acesso à cultura e à linguagem musical. Os objetivos são a leitura de cifras e tablaturas, exercícios de coordenação motora, sensibilização através da arte, sociabilização, a promoção de momentos de lazer e a criação de espaços de divulgação dos talentos dentro do âmbito escolar”, explicou o professor Gregory Pina.

A Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008, torna a música conteúdo obrigatório nas aulas de Arte, mas projetos que envolvem música também já são uma realidade dentro das escolas municipais. Além de permitir a socialização das crianças e adolescentes, a música amplia os conhecimentos sobre manifestações culturais e propicia o desenvolvimento de outras linguagens como a corporal, vocal e instrumental. A música também possibilita a integração dos alunos no ambiente escolar e estimula a criatividade. 

Além do Projeto de Violão, há outros projetos na EMEF Almirante Tamandaré que trabalham com música como o Projeto de Percussão sob orientação da professora Daniella Martinez e o Projeto Música e Movimento da professora Carolina Cortinove.



Disponível: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br/Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Alunos-do-Projeto-de-Violao-da-EMEF-Tamandare-fazem-pocket-show-em-Mostra-Cultural

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Publicado em: 

Alunos da EMEF Tamandaré se destacam em campeonatos de xadrez e de handebol

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré
Alunos_EMEF_tamandare_xadrez_handebol_740_x_430.jpg

Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré

As equipes do projeto esportivo de handebol da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), participaram da Olímpiada Escolar, organizado pela Federação do Desporto Escolar do Estado de São Paulo (Fedesp). 

Sob orientação da professora de Educação Física, Regina Ferreira do Nascimento, os alunos disputaram os jogos no Clube Thomaz Mazzoni e no CEU Jaçanã, ambos na zona norte de São Paulo. “Nossas equipes não se classificaram para a fase seguinte, mas tiveram um ótimo desempenho. Fiquei muito satisfeita!”, comentou a professora Regina F. do Nascimento. Os alunos participaram nas categorias mirim masculino e pré-mirim masculino e feminino.

Alunos_EMEF_tamandare_xadrez_handebol_740_x_4303.jpg

Já a equipe de xadrez, também sob orientação da professora Regina, teve um resultado mais expressivo nos jogos municipais realizados no CEU Jaçanã entre os dias 13 e 24 de novembro, nas categorias sub 6, sub 8 e sub10. Os alunos Anderson Alexandre Rios Mamani, do terceiro ano, e Jéssica Dafne Merlo Herrera, do quarto ano, se classificaram para a 23ª edição da Final Municipal de Xadrez, nos dias 21 e 22 de novembro, no Sport Clube Corinthians Paulista, zona leste da capital.

Alunos_EMEF_tamandare_xadrez_handebol_740_x_4304.jpg

“Eu gostei muito de participar do campeonato, aprendi muitas coisas legais como não fazer lances irregulares e a respeitar os meus adversários. Com o projeto de xadrez também fiquei mais atento nas aulas”, comentou Anderson Alexandre Rios Mamani. 

Na categoria sub 6, duas alunas obtiveram classificações expressivas na 1ª fase. Nathália Cristhina Oliveira Lima, do primeiro ano, foi vice-campeã e Sofia Paulino da Silva, também do primeiro ano, ficou em quinto lugar. “Foi muito gratificante ver o empenho dos alunos, a responsabilidade, o respeito pelo adversário, fiquei muito orgulhosa de todos!”, disse a professora de Educação Física Ana Cláudia Costa do Nascimento, que acompanhou os alunos no evento.

Alunos_EMEF_tamandare_xadrez_handebol_740_x_4302.jpg


Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes
                       Regina Ferreira do Nascimento

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

Publicado em: 

EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

Incentivo à leitura e produção de poesias
EMEF_Paulo_Tamandare_sarau_740_x_430.jpg

por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), abriu suas portas para receber o grupo Vozes Poéticas (Vopo) no dia 24 de novembro. Formado por alunos poetas da EMEF General Paulo Carneiro Thomaz Alves, sob orientação do professor de História, Felipe Yanes, o grupo é formado por alunos do quinto ao nono ano.

O convite partiu da professora da Sala de Leitura, Carolina Cortinove. “Foi um encontro de estudantes poetas com textos autorais de slam, textos de outros autores(as) de literatura marginal periférica como Mel Duarte, Sérgio Vaz, Mariana Félix e de vários outros autores como Vinícius de Moraes e Galeano”, explicou a professora.

Além do sarau, houve ainda apresentações artísticas de rap, funk, canto e declamação, utilizando violino e berimbau trazidos pelo Vopo. Os alunos dos sextos e sétimos anos da EMEF Almirante Tamandaré também participaram cantando funks e raps autorais. 

O sarau é uma forma de incentivar a ler e produzir poesias, já que é muito mais comum exigir dos alunos o texto em prosa em sala de aula do que em forma de poema. O sarau proporciona também momentos de escuta, prática da oralidade, valorização da produção textual dos alunos e difusão da cultura periférica. Além disso, desenvolve um olhar mais crítico e mais politizado dos alunos.

No dia 19 de novembro, os alunos do Tamandaré também participaram da terceira edição do slam interescolar, com 40 escolas inscritas, organizado pelo coletivo Slam da Guilhermina. Já no dia 21 de novembro, os alunos levaram suas poesias slam para o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Santana Tucuruvi.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEFs-Paulo-Carneiro-e-Tamandare-juntas-em-sarau

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Concurso de Cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré


Publicado em: 

Concurso de cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré

Iniciativa incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade
Concurso_cordel_almirante_tamandare_740_x_430.jpg

por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, a “II Edição do Sarau Pequenos Cordelistas”. A apresentação cultural, de autoria dos alunos dos terceiros e quartos anos, contou ainda com uma premiação para os melhores cordéis. 

Promovido pela professora Valéria Silva, da Sala de Leitura, com apoio das professoras dos terceiros e quartos anos, o sarau incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade. Para a coordenadora pedagógica, Michele Badolado, “ações como esta cumprem o papel social da escola, promovendo o exercício da cidadania, da autoria e protagonismo dos estudantes, além de trabalhar a identificação e valorização da cultura do povo brasileiro”.

Ao explorar a Literatura de Cordel em sala de aula o aluno tem contato com outras experiências culturais, com toda a riqueza expressiva desse gênero e compreende melhor as várias linguagens: oral, escrita, musical e visual. Além disso, o cordel permite trabalhar com uma infinidade de assuntos como a intolerância, por exemplo, tema que toda comunidade escolar vem desenvolvendo ao longo do ano.

“Meu maior desejo nesta atividade é que eles tivessem a vivência de ser escritor/autor, provar o gostinho da criação, a responsabilidade da escrita social e compartilhada, a preocupação com as outras pessoas que fossem ler, além de todo processo de escrita propriamente dito”, explicou a professora Valéria Silva.

O evento contou ainda com a apresentação da música Asa Branca, de Luiz Gonzaga, do Projeto de Percussão, com a professora Daniella Martinez, e dos alunos dos segundos anos, com apresentações teatrais orientadas pela professora Valéria Silva e com um júri formado pelas professoras Nádia Chalegh de Inglês, Vanice Terezinha Morell, de Arte e Priscila Gonçalves Cardoso, do primeiro ano. "Foi um grande privilégio participar do júri. Os alunos compreenderam a proposta e nos emocionaram com as sextilhas, onde colocaram graça ao falar do sertão e sobre a intolerância", comentou a professora Priscila G. Cardoso. 


Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Concurso-de-cordel-incentiva-o-protagonismo-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo



Publicado em: 

O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré

Programação especial realizada com o objetivo de promover sociabilidade e momentos prazerosos de lazer
direito_de_brincar_almirante_740_x_430.jpg


Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio
Segundo a Declaração dos Direitos da Criança, toda criança tem o direito de ser feliz. E foi com essa premissa em mente que os alunos do Ensino Fundamental I e II da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé tiveram três dias de muita diversão. A semana foi exclusivamente pensada para os alunos, com o objetivo de promover a sociabilidade e momentos prazerosos de lazer. 

Fadinhas, princesas, super-heróis, vampiros, monstros, palhaços e muitos outros personagens nada convencionais circularam pelos corredores da escola de 30 de outubro a 1 de novembro, participando da programação especial. “Foi muito divertido! Tomara que tenha mais vezes!”, comentou Eidryan Lopes, aluno do quinto ano.

Para impulsionar essa grande festa, foram alugados brinquedos infláveis com monitores nos dois períodos (manhã e tarde). Desfile de fantasias, oficina de arte, teatro, cineminha com direito à pipoca, algodão doce e, claro, muita música também fizeram a alegria de toda comunidade escolar. “Gostei muito! Principalmente do algodão doce e dos brinquedos. Foi uma semana bem diferente!”, disse Victor Fernandes Matias da Silva, aluno do sétimo ano.

Outro ponto interessante da festa é que a escola utilizou a renda arrecada da festa junina para o aluguel dos brinquedos, ou seja, o valor foi revertido em atividades para os alunos.

“Nossa intenção foi fazer dessa semana um momento especial, que valorizasse ainda mais o direito de brincar e de ser criança. A escola também tem uma função social e precisa ser um ambiente acolhedor e agradável de convivência. Muitas vezes na correria do dia a dia, deixamos um pouco de lado a ludicidade e os momentos de confraternização. Foi tudo muito bem planejado e organizado pela equipe gestora e pelos professores. O resultado foi esse momento de união e alegria de alunos, professores e gestores”, explicou Marília Infante, assistente de direção.

Disponível em: O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Contribuição: Ludmilla Mignaco

                       POIE Maria Madalena I. Sercundes

Por um Mundo mais Tolerante

Alguns trabalhos realizados para a Mostra Cultural - 2017 sobre os diversos tipos de intolerância, com os alunos do 6º A, sob a orientação das professoras Rosemary Kanashiro e POIE Maria Madalena Sercundes

Respeito às diferenças
Tolerância
Tolerância no Jogo
Diversidade Musical

Trabalhos utilizando o Scratch, clique no título e visualize:




Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes
                       Rosemary Kanashiro

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Publicado em: 

Halloween une diversas culturas

Alunos da EMEF Almirante Tamandaré apresentaram peça teatral com personagens do folclore brasileiro
Hallowen_Almirante_Tamandare_740_x_430.jpg

Por Victor Fernandes, Luiz Vitor, Bruna Carmona, Kaike Comenda, Lucas de Oliveira, Eidryan Lopes, Luiza Sant’Anna, Beatriz de Castro, Cayan Bernardi, Dhara Munique, Estefani da Silva, Gabriela Pereira, Guilherme Lima, Guilherme Santos, Gustavo de Deus, Júlia de Deus, Pedro Henrique Alves e Rodrigo de Alencar


Os alunos do quinto ao sétimo ano do Projeto de Cinema de Animação apresentaram, no dia 31 de outubro, terça-feira, a peça “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”, na EMEF Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã-Tremembé. 


A história é uma adaptação da obra “O Fantasma da Ópera” e continuação do conto terror que eles criaram e transformaram em um curta de animação chamado “O Pescador – Histórias Fantásticas do Tamandaré”, sob orientação da professora Ludmilla Mignaco. “Com essa releitura do Fantasma da Ópera foi possível trabalhar com os alunos o gênero ópera, conhecido por sua intensidade dramática e complexidade. Além disso, a ópera também é uma expressão literária, já que conta uma história. Mas faltava colocar nessa história um pouco de brasilidade, daí a ideia de se trabalhar também os personagens do folclore”, comentou a professora.


Na primeira parte do conto, o menino Rodrigo vai pescar com o avô no dia 31 de outubro e são surpreendidos por uma tempestade, além de outros acontecimentos sobrenaturais. O avô conta uma lenda muito antiga sobre um pescador que vai visitar o túmulo da esposa no Dia das Bruxas e nunca mais voltou depois de ouvir uma música dentro do cemitério. Segundo essa lenda, o cemitério era onde é hoje a EMEF Almirante Tamandaré. Rodrigo perde o equilíbrio com o vendaval da forte chuva, cai no lago e bate a cabeça no casco do barco. Desacordado, sonha estar no cemitério no ano de 1841.


A história sai da animação e vai para o palco com o teatro musical: “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”. Rodrigo acorda no cemitério ao ouvir o uivo do Lobisomem. Assusta-se ao ver a Morte tocando órgão, com a bruxa mexendo no caldeirão de poções mágicas, com o Drácula e suas vampiras, com os zumbis e os mascarados. Rodrigo procura uma saída, mas como não encontra, ele se esconde entre os túmulos. 


“Gostei muito de fazer parte desse teatro, de transformar o sonho das crianças em realidade, delas verem personagens que só vêem em contos de fadas, filmes ou histórias do folclore. Elas até hoje me apontam pelos corredores e falam ”olha, a vampira!”. É muito gratificante!”, disse Júlia de Deus, aluna do sexto ano.

Outro detalhe diferente do cenário foram as placas de ruas espalhadas do “lado de fora do cemitério”. Por todo o pátio da escola havia placas de sinalização com nomes de ruas de personagens do folclore: Rua do Saci Pererê, Travessa da Mula sem Cabeça, Avenida do Curupira, Parque do Boto Cor-de-Rosa e muitos outros. “Procuramos trabalhar o imaginário das crianças através de culturas diferentes, da literatura e do cinema, mas principalmente explorando a nossa cultura. O Drácula foi inspirado no personagem do autor irlandês Bram Stoker; os Mascarados na representação clássica do teatro grego. Do folclore nacional, utilizamos vários personagens como Boitatá, Mula sem Cabeça, Cuca, Iara e Caipora; os Zumbis foram inspirados nas crenças afro-brasileiras. Ao mesmo tempo, tentamos montar um cenário meio fantasmagórico”, explicou a professora Ludmilla Mignaco. 

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes