quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

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EMEFs Paulo Carneiro e Tamandaré juntas em sarau

Incentivo à leitura e produção de poesias
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por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

A Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE JT), abriu suas portas para receber o grupo Vozes Poéticas (Vopo) no dia 24 de novembro. Formado por alunos poetas da EMEF General Paulo Carneiro Thomaz Alves, sob orientação do professor de História, Felipe Yanes, o grupo é formado por alunos do quinto ao nono ano.

O convite partiu da professora da Sala de Leitura, Carolina Cortinove. “Foi um encontro de estudantes poetas com textos autorais de slam, textos de outros autores(as) de literatura marginal periférica como Mel Duarte, Sérgio Vaz, Mariana Félix e de vários outros autores como Vinícius de Moraes e Galeano”, explicou a professora.

Além do sarau, houve ainda apresentações artísticas de rap, funk, canto e declamação, utilizando violino e berimbau trazidos pelo Vopo. Os alunos dos sextos e sétimos anos da EMEF Almirante Tamandaré também participaram cantando funks e raps autorais. 

O sarau é uma forma de incentivar a ler e produzir poesias, já que é muito mais comum exigir dos alunos o texto em prosa em sala de aula do que em forma de poema. O sarau proporciona também momentos de escuta, prática da oralidade, valorização da produção textual dos alunos e difusão da cultura periférica. Além disso, desenvolve um olhar mais crítico e mais politizado dos alunos.

No dia 19 de novembro, os alunos do Tamandaré também participaram da terceira edição do slam interescolar, com 40 escolas inscritas, organizado pelo coletivo Slam da Guilhermina. Já no dia 21 de novembro, os alunos levaram suas poesias slam para o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Santana Tucuruvi.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/EMEFs-Paulo-Carneiro-e-Tamandare-juntas-em-sarau

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Concurso de Cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré


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Concurso de cordel incentiva o protagonismo na EMEF Almirante Tamandaré

Iniciativa incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade
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por Imprensa Jovem Rádio Calafrio

Aconteceu nos dias 21 e 22 de novembro na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé, a “II Edição do Sarau Pequenos Cordelistas”. A apresentação cultural, de autoria dos alunos dos terceiros e quartos anos, contou ainda com uma premiação para os melhores cordéis. 

Promovido pela professora Valéria Silva, da Sala de Leitura, com apoio das professoras dos terceiros e quartos anos, o sarau incentivou a produção textual, a criatividade, o saber escutar o outro e a alteridade. Para a coordenadora pedagógica, Michele Badolado, “ações como esta cumprem o papel social da escola, promovendo o exercício da cidadania, da autoria e protagonismo dos estudantes, além de trabalhar a identificação e valorização da cultura do povo brasileiro”.

Ao explorar a Literatura de Cordel em sala de aula o aluno tem contato com outras experiências culturais, com toda a riqueza expressiva desse gênero e compreende melhor as várias linguagens: oral, escrita, musical e visual. Além disso, o cordel permite trabalhar com uma infinidade de assuntos como a intolerância, por exemplo, tema que toda comunidade escolar vem desenvolvendo ao longo do ano.

“Meu maior desejo nesta atividade é que eles tivessem a vivência de ser escritor/autor, provar o gostinho da criação, a responsabilidade da escrita social e compartilhada, a preocupação com as outras pessoas que fossem ler, além de todo processo de escrita propriamente dito”, explicou a professora Valéria Silva.

O evento contou ainda com a apresentação da música Asa Branca, de Luiz Gonzaga, do Projeto de Percussão, com a professora Daniella Martinez, e dos alunos dos segundos anos, com apresentações teatrais orientadas pela professora Valéria Silva e com um júri formado pelas professoras Nádia Chalegh de Inglês, Vanice Terezinha Morell, de Arte e Priscila Gonçalves Cardoso, do primeiro ano. "Foi um grande privilégio participar do júri. Os alunos compreenderam a proposta e nos emocionaram com as sextilhas, onde colocaram graça ao falar do sertão e sobre a intolerância", comentou a professora Priscila G. Cardoso. 


Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Concurso-de-cordel-incentiva-o-protagonismo-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                       POIE Maria Madalena Sercundes

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo



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O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré

Programação especial realizada com o objetivo de promover sociabilidade e momentos prazerosos de lazer
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem Rádio Calafrio
Segundo a Declaração dos Direitos da Criança, toda criança tem o direito de ser feliz. E foi com essa premissa em mente que os alunos do Ensino Fundamental I e II da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé tiveram três dias de muita diversão. A semana foi exclusivamente pensada para os alunos, com o objetivo de promover a sociabilidade e momentos prazerosos de lazer. 

Fadinhas, princesas, super-heróis, vampiros, monstros, palhaços e muitos outros personagens nada convencionais circularam pelos corredores da escola de 30 de outubro a 1 de novembro, participando da programação especial. “Foi muito divertido! Tomara que tenha mais vezes!”, comentou Eidryan Lopes, aluno do quinto ano.

Para impulsionar essa grande festa, foram alugados brinquedos infláveis com monitores nos dois períodos (manhã e tarde). Desfile de fantasias, oficina de arte, teatro, cineminha com direito à pipoca, algodão doce e, claro, muita música também fizeram a alegria de toda comunidade escolar. “Gostei muito! Principalmente do algodão doce e dos brinquedos. Foi uma semana bem diferente!”, disse Victor Fernandes Matias da Silva, aluno do sétimo ano.

Outro ponto interessante da festa é que a escola utilizou a renda arrecada da festa junina para o aluguel dos brinquedos, ou seja, o valor foi revertido em atividades para os alunos.

“Nossa intenção foi fazer dessa semana um momento especial, que valorizasse ainda mais o direito de brincar e de ser criança. A escola também tem uma função social e precisa ser um ambiente acolhedor e agradável de convivência. Muitas vezes na correria do dia a dia, deixamos um pouco de lado a ludicidade e os momentos de confraternização. Foi tudo muito bem planejado e organizado pela equipe gestora e pelos professores. O resultado foi esse momento de união e alegria de alunos, professores e gestores”, explicou Marília Infante, assistente de direção.

Disponível em: O direito de brincar na EMEF Almirante Tamandaré | Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Contribuição: Ludmilla Mignaco

                       POIE Maria Madalena I. Sercundes

Por um Mundo mais Tolerante

Alguns trabalhos realizados para a Mostra Cultural - 2017 sobre os diversos tipos de intolerância, com os alunos do 6º A, sob a orientação das professoras Rosemary Kanashiro e POIE Maria Madalena Sercundes

Respeito às diferenças
Tolerância
Tolerância no Jogo
Diversidade Musical

Trabalhos utilizando o Scratch, clique no título e visualize:




Contribuição: POIE Maria Madalena Sercundes
                       Rosemary Kanashiro

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

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Halloween une diversas culturas

Alunos da EMEF Almirante Tamandaré apresentaram peça teatral com personagens do folclore brasileiro
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Por Victor Fernandes, Luiz Vitor, Bruna Carmona, Kaike Comenda, Lucas de Oliveira, Eidryan Lopes, Luiza Sant’Anna, Beatriz de Castro, Cayan Bernardi, Dhara Munique, Estefani da Silva, Gabriela Pereira, Guilherme Lima, Guilherme Santos, Gustavo de Deus, Júlia de Deus, Pedro Henrique Alves e Rodrigo de Alencar


Os alunos do quinto ao sétimo ano do Projeto de Cinema de Animação apresentaram, no dia 31 de outubro, terça-feira, a peça “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”, na EMEF Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã-Tremembé. 


A história é uma adaptação da obra “O Fantasma da Ópera” e continuação do conto terror que eles criaram e transformaram em um curta de animação chamado “O Pescador – Histórias Fantásticas do Tamandaré”, sob orientação da professora Ludmilla Mignaco. “Com essa releitura do Fantasma da Ópera foi possível trabalhar com os alunos o gênero ópera, conhecido por sua intensidade dramática e complexidade. Além disso, a ópera também é uma expressão literária, já que conta uma história. Mas faltava colocar nessa história um pouco de brasilidade, daí a ideia de se trabalhar também os personagens do folclore”, comentou a professora.


Na primeira parte do conto, o menino Rodrigo vai pescar com o avô no dia 31 de outubro e são surpreendidos por uma tempestade, além de outros acontecimentos sobrenaturais. O avô conta uma lenda muito antiga sobre um pescador que vai visitar o túmulo da esposa no Dia das Bruxas e nunca mais voltou depois de ouvir uma música dentro do cemitério. Segundo essa lenda, o cemitério era onde é hoje a EMEF Almirante Tamandaré. Rodrigo perde o equilíbrio com o vendaval da forte chuva, cai no lago e bate a cabeça no casco do barco. Desacordado, sonha estar no cemitério no ano de 1841.


A história sai da animação e vai para o palco com o teatro musical: “O Fantasma da Ópera em Tempos de Halloween”. Rodrigo acorda no cemitério ao ouvir o uivo do Lobisomem. Assusta-se ao ver a Morte tocando órgão, com a bruxa mexendo no caldeirão de poções mágicas, com o Drácula e suas vampiras, com os zumbis e os mascarados. Rodrigo procura uma saída, mas como não encontra, ele se esconde entre os túmulos. 


“Gostei muito de fazer parte desse teatro, de transformar o sonho das crianças em realidade, delas verem personagens que só vêem em contos de fadas, filmes ou histórias do folclore. Elas até hoje me apontam pelos corredores e falam ”olha, a vampira!”. É muito gratificante!”, disse Júlia de Deus, aluna do sexto ano.

Outro detalhe diferente do cenário foram as placas de ruas espalhadas do “lado de fora do cemitério”. Por todo o pátio da escola havia placas de sinalização com nomes de ruas de personagens do folclore: Rua do Saci Pererê, Travessa da Mula sem Cabeça, Avenida do Curupira, Parque do Boto Cor-de-Rosa e muitos outros. “Procuramos trabalhar o imaginário das crianças através de culturas diferentes, da literatura e do cinema, mas principalmente explorando a nossa cultura. O Drácula foi inspirado no personagem do autor irlandês Bram Stoker; os Mascarados na representação clássica do teatro grego. Do folclore nacional, utilizamos vários personagens como Boitatá, Mula sem Cabeça, Cuca, Iara e Caipora; os Zumbis foram inspirados nas crenças afro-brasileiras. Ao mesmo tempo, tentamos montar um cenário meio fantasmagórico”, explicou a professora Ludmilla Mignaco. 

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes

segunda-feira, 23 de outubro de 2017


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Projeto de cinema da EMEF Almirante Tamandaré cria curtas de animação

Alunos do terceiro ao sétimo ano produziram filmes utilizando técnicas de stop motion

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Matéria produzida pela equipe de Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré

Os alunos do Projeto de Cinema de Animação da Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE J/T), finalizaram os curtas que começaram a produzir em março deste ano sob orientação da professora Ludmilla Mignaco. 

Utilizando técnicas de stop motion, os alunos dos terceiros e quartos anos criaram diferentes cenários e produziram o primeiro curta de animação, chamado “Super Banana – O filme”.

A animação conta a história de uma metrópole que é invadida pelo vilão Darth Vader (isso mesmo, aquele do filmeStars Wars!). Depois de causar o caos na cidade, heróis como Homem Aranha, Buzz Lightyear, Super Mario e seu irmão Luigi tentam derrotá-lo, mas o grande vilão vestido de preto ganha todas as lutas facilmente. Entretanto, ao caminhar pelas ruas aterrorizando as pessoas, um rapaz tem a ideia de jogar uma banana. O vilão cai, bate a cabeça e morre. Pronto, o todo poderoso é vencido por uma inocente banana! 

Já os alunos do quinto ao sétimo ano produziram a primeira parte do conto de terror “O Pescador – Histórias Fantásticas do Tamandaré”. Também utilizando técnicas de stop motion, os alunos criaram uma história para lá de assustadora. No conto, o menino Rodrigo vai pescar com seu avô em um domingo ensolarado, dia 31 de outubro. Coisas misteriosas começam a acontecer. O rádio liga sozinho, começa a chover com raios por todos os lados e pessoas gritam das aldeias dos pescadores. O avô recorda uma história do século 19 sobre um pescador que foi visitar o túmulo da esposa e nunca mais voltou. Com o temporal, o menino perde o equilíbrio, bate a cabeça e sonha estar dentro de um cemitério no ano de 1841. A segunda parte da história é uma encenação teatral baseada na obra O Fantasma da Ópera, que será apresentada na semana do Halloween

“Nas duas histórias de animação os alunos aprenderam a importância dos efeitos sonoros, das músicas e dos movimentos minuciosos que a técnica de stop motion exige. Criatividade, atenção e paciência são requisitos essenciais para conseguir trabalhar com essa técnica. Lembrando que para cada minuto de filme, são aproximadamente quinhentas fotos tiradas. No caso do “Super Banana” foram quase três mil fotos, totalizando quatro minutos de filme. Neste segundo ano de Projeto, os alunos desenvolveram melhor a percepção dos movimentos de cada objeto em cena, do cenário, dos figurinos e da iluminação também”, explicou a professora.

Veja as produções dos alunos: 


terça-feira, 3 de outubro de 2017

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Campeonato de Slam na EMEF Almirante Tamandaré

Alunos do quinto ao oitavo ano mostram que também podem ser poetas
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Matéria produzida pela Imprensa Jovem da EMEF Almirante Tamandaré
Aconteceu na Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Almirante Tamandaré, da Diretoria Regional de Educação Jaçanã/Tremembé (DRE J/T), nos dias 18, 22, 25 e 28 de setembro, o II Campeonato de Poesia Slam. 

Organizado pela professora Carolina Cortinove, da Sala de Leitura, o evento contou com a apresentação dos alunos do quinto ao oitavo ano que leram textos autorais sobre diversos assuntos como meio ambiente, racismo, homofobia, política, injustiças sociais etc. “Nesse segundo campeonato, os estudantes estavam mais seguros para expor suas opiniões nos poemas. Os temas foram bastante variados e todos muito críticos em relação aos acontecimentos atuais na nossa sociedade. Houve muito respeito e escuta nos momentos da leitura de cada texto, elementos essenciais para o slam acontecer”, explicou a professora Carolina Cortinove.

No slam há um júri formado por alunos e professores e cada aluno (poeta) dispõe de até três minutos para ler seu texto. Não pode cantar nem dançar, apenas a interpretação vocal é permitida. Antes da leitura do poema, o apresentador e o público dão o “salve”, que no caso foi um energizante “Tamandarééé”. 

A primeira batalha foi entre os alunos dos sétimos e oitavos anos. O vencedor foi o aluno João Pedro de Freitas do 8ºC. Na semana seguinte foram os jovens slammers dos quintos e sextos anos. O primeiro lugar ficou com Italo Gabriel Alves de Oliveira, do 6ºA.

A próxima etapa, agora, é reunir os seis finalistas dos quintos e sextos e os seis finalistas dos sétimos e oitavos em um único Slam. “Essa etapa é importante para termos um aluno que irá representar a escola no Slam Interescolar, disputa entre diversas escolas, prevista para novembro”, comentou a professora Carolina Cortinove.

Disponível em: http://portal.sme.prefeitura.sp.gov.br//Main/Noticia/Visualizar/PortalSMESP/Campeonato-de-Slam-na-EMEF-Almirante-Tamandare

Contribuição: Ludmilla Mignaco
                      POIE Maria Madalena Sercundes